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quarta-feira, 21 de maio de 2008

Quando o Sol se põe em Machu Pichu


Luís Novais, o autor de “Quando o Sol se põe em Machu Pichu”, é um jovem e prometedor romancista no actual panorama literário português. A sua linguagem, sincopada mas simultaneamente visual, é capaz de aproximar a acção descrita com a reflexão das próprias personagens. E a aventura que o espera poderá vir a devolver-lhes a capacidade de sonhar, algo que há muito julgavam perdido e que todos nós, no mundo ocidental que habitamos, há muito deixámos de alimentar. Um grupo de pessoas parte numa expedição até à cidadela de Machu Pichu. O sonho de um deles é encontrar uma cidade perdida nos Andes, que se diz ficar dentro de uma montanha. Em destaque aparece um famoso disco solar em ouro maciço, procurado desde os tempos do colonizador Pizarro e nunca encontrado. A demanda devolverá aos intervenientes a capacidade de sonhar e, consequentemente, a força para agir e assim, em última instância, resistir à barbárie em que o mundo actual se tornou. Mais do que uma aventura de viagens, esta história, publicada pela Esfera do Caos, atinge o patamar do romance filosófico, apresentando uma reflexão sobre o nosso próprio percurso civilizacional.

6 comentários:

Pedro disse...

Directamente para a lista dos livros a comprar.
Parece tratar tudo o que faz dele interessante: História, Filosofia, romance, exploração,... Por acaso encontro-me a ler um romance filosófico: "Zen e a Arte de Manutenção de Motocicletas". Estou a apreciar.

Snus disse...

Comprei o livro por ser um apaixonado pelas civilizações antigas, especialmente a dos Incas, arrependi-me profundamente... Nem sei se a história é interessante, simplesmente porque não consegui passar do 1º paragrafo! Nota-se uma grande inexperiência do autor que usa uma narativa muito pobre! Tem uma forma de escrever um pouco esquisita, por exemplo, ele usa e abusa dos sujeitos/nomes dos personagens, numa unica pagina ele usa o nome de 1 peronagem umas 20 vezes sem exageros, Sophie faz isto, Sofie faz aquilo, Agora Shopie vai ali... Isso tudo em quase todas as paginas do 1º capitulo. Parece um dialogo do tipo "Mim Tarzan, tu Jane", perdi logo o interesse na leitura, quis pelo menos dar o beneficio da duvida acabando o capitulo mas foi um grande sacrificio... Comprei-o na Bertrand de Faro, juntamente com o "Rio das Flores" que li 1º, e depois de ler um belissimo livro (apesar de alguns erros históricos), começar a ler este fez-me um mal terrivel! Senti que esta foi a pior compra que fiz este ano!

Anónimo disse...

Tenho a mesma opinião. O livro foi a minha pior compra deste ano.
Isabel Bastos

José António disse...

Eu não concordo, li o livro e gostei bastante. O estilo é inovador e no início estranha-se mas depois de entrarmos no ritmo não queremos sair dele. A questão do estilo sempre foi a critica que fizeram aios autores que viriam a ser reconhecidos.
E a história é fenomenal. Percebemos que Machu Pichu é apenas um pretexto em que o autor pega para falar da nossa cvilização e dos problemas que a mesma enfrenta.
Comprei o livro na FNAC porque estava em destaque e porque tinha um comentário muito elogioso do realizador António Pedro Vasconcelos.
Não me desiludi e acho que ninguem pode ficar indiferente à mensagem se o ler até ao fim. O final é simplesmente soberbo.

Anónimo disse...

Concordo.Eutambém gostei muito e é verdade que o final é excepcional.

Lucia Alves disse...

Eu gostei bastante o que me leva a ficar curiosa pelos próximos livros deste autor.
Acho o estilo muito inovador e fiquei admirada por um autor ter coragem de assumir isso numa primeira obra.
A história também é arrebatadora